Central Eleitoral – Curtinhas do que resta do Brasil (que a Meta não mostra)

Publicado em: 14/10/2026

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                   O JOGO SÓ TERMINA QUANDO ACABA

-Galvão??

-Oi, Tino!

-Sentiu…

O meme das redes, com conotação esportiva, é uma ilustração perfeita para o momento atual da acirrada disputa eleitoral!

Como se fossem “juvenis da bola”, o 01 Bolsonaro e sua claque, trataram a eleição como resolvida após o primeiro turno.

Tudo isso baseado em menos de 2 pontos percentuais de frente sobre o atual presidente, a menor diferença histórica…

Quase formaram time de ministros e assessores gerais.

“Sentaram em cima do resultado”,  “começaram a administrar o jogo, jogar com o regulamento embaixo do braço”…

Não estavam preparados para a avalanche popular, enorme mobilização, arrasto nas ruas e redes que varreu o Brasil, surpreendentemente, e recolocou a disputa em equilíbrio!

Pode não ser suficiente, Flávio Bolsonaro ainda estar a frente nas treckings diversas, mas é inegável, que o “furor das arquibancadas” balançou as estruturas de sua campanha, que estava quase a desmontar acampamento.

“Do nada, do nadão”, renasceu aquele Bolsonarismo do Velho Testamento, em que se diz uma coisa pela manhã e outra a tarde.

Digo cedo e desminto logo mais.

Bolsa Família virou apenas uma parte do amplo programa de assistência básica do seu programa social.

Programa social? Pois é. De repentemente, passou a existir a eles os “invisiveis” brasileiros.

Farmácia Popular, aquela que seu pai desmontou quando pôde? Vai entregar remédio em casa, dos melhores laboratórios…

Nem mesmo a escala 6×1 ele sustentou! Apelou e disse ser favorável.

Logo depois em conversa reservada com setor produtivo, empresário e conglomerados teria dito, informalmente que reverterá quando eleito…

Quem quiser que compre este desespero de última hora do Flávio…

Em tempo, a vantagem ainda pode estar com a oposição, mas que o sinal de alerta acendeu, é inegável.

No outro front, o governo Lula não perde tempo de se valer da máquina pública.

Além do já decantado aumento do valor do Bolsa Família, o governo zerou impostos e ampliou subsídios de combustíveis.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, foi aos microfones dizer que não há caráter eleitoral na medida.

Poderia apenas anunciar o ato, mas negar o óbvio uLULAnte (trocadilho infame 1) é demais.

pra tu dá uma

de pensador

Cada um que puxe suas armas…

Se “META” não!

Se alguém ainda tinha dúvidas da interferência direta, explícita, articulada norte-americana nas eleições deste ano da (dis) graça…

Bom, primeiro, o desavisado estava fora de órbita, bebendo detergente, ou lambendo as bo…tas de Trump, como faz o clã Bolsonaro!

Amigos, em verdade vos digo:

O golpe não vai passar na TV!

Esqueça tanques e fuzis nas ruas…

É cilada digital em plena operação!

PuLULAm (trocadilho infame) relatos nas redes de tratamento desigual, para não dizer clara sabotagem das Big Techs a campanha de Lula.

Exemplo prático e explícito da falcatrua eleitoral aconteceu nesta quarta, 14 de outubro, quando diversos usuários e testes jornalísticos expuseram a trapaça:

Utilizando a Inteligência Artificial da Meta, ao digitar solicitação para produção de pôster/arte para a candidatura de Lula, se deparava com mensagem de que não conseguia gerar a imagem solicitada.

Na sequência, imediatamente era atendido ao solicitar o mesmo cartaz do candidato Flávio Bolsonaro, ressaltando “cores do Brasil bem vibrantes e destaque GRANDE no número”…

Os exemplos destacados abaixo foram tentativas de uma redação de João Pessoa-PB:

           

“É preciso estar atento e forte”. Não esmoreçamos.

Os ianques não sossegarão enquanto não voltar a dar as cartas no hemisfério sul americano (para eles um quintal, tal qual conduziu em meados do século passado).

Já tomaram parte do naco continental e o Brasil é estratégico.

Com as garantias de Flávio de “repasse” de terras raras e minérios estratégicos, a cobiça é ainda maior…

 O PERIGO MORA AO LADO

“O nosso inimigo é interno e está na Praça dos Três Poderes. O nosso inimigo está no TSE!”

Bradava o então presidente, Jair Bolsonaro, antes de usar tornozeleira eletrônica, às vésperas das eleições de 2022.

Se lamuriava o presidente sob a gestão em que foi articulado esquema orquestrado do Ministério da Justiça para barrar eleitores de Lula de votar com operações de blitze em redutos majoritários do PETÊ.

E nem respondeu a crime eleitoral, ou outra tipificação por isso??

Agora, nesta quadra miserável da história (alô Medo e Delírio), de fato assistimos a um inimigo íntimo dos brasileiros operando a ferro e fogo contra a democracia.

Kássio Nunes Marques, o praga, digo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, atuando, claramente como advogado de uma das coligações.

Quase uma Justiça Eleitoral inteira ao dispor dos Bolsonaro. Claro, um indicado pelo pai, atendendo ao filho, servindo ao clã!

O ministro derrubou duas vezes um canal de whatsapp denominado “Exército do Lula”, alegando disparo de fake news, suspeita que foi descartada pelo próprio setor técnico responsável do TSE!

Um soldado ao inteiro dispor dos Bolsonaro.