Especialistas em tributação que acompanham os desdobramentos da reforma dos impostos de consumo têm alertado empresários do Simples Nacional a realizarem estudos e simulações para determinar se valerá a pena permanecer nesse regime tributário a partir de 2027.
Como regra geral, há um consenso de que empresas que operam no final da cadeia, ou seja, vendem produtos ou serviços para o consumidor final, não devem perder competitividade com a entrada do novo sistema tributário. Portanto, o regime do Simples tende a ser o melhor caminho.
Mas há exceções pouco divulgadas. Para pequenos e determinados negócios do varejo, como açougues, farmácias, sacolões e mercadinhos, por exemplo, a reforma tributária tem uma “pegadinha” e o regime híbrido – que vai permitir que os novos CBS e IBS sejam recolhidos fora da cesta de tributos do Simples Nacional – deve ser considerado nessa análise.