Reforma tributária: distorções que ameaçam o pequeno varejo do Simples Nacional

Pequenos negócios que vendem para o consumidor final não vão se beneficiar das isenções e reduções de alíquotas de CBS e IBS. Regime híbrido deve ser considerado como opção

Publicado em: 22/04/2026

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Especialistas em tributação que acompanham os desdobramentos da reforma dos impostos de consumo têm alertado empresários do Simples Nacional a realizarem estudos e simulações para determinar se valerá a pena permanecer nesse regime tributário a partir de 2027.

Como regra geral, há um consenso de que empresas que operam no final da cadeia, ou seja, vendem produtos ou serviços para o consumidor final, não devem perder competitividade com a entrada do novo sistema tributário. Portanto, o regime do Simples tende a ser o melhor caminho.

Mas há exceções pouco divulgadas. Para pequenos e determinados negócios do varejo, como açougues, farmácias, sacolões e mercadinhos, por exemplo, a reforma tributária tem uma “pegadinha” e o regime híbrido – que vai permitir que os novos CBS e IBS sejam recolhidos fora da cesta de tributos do Simples Nacional – deve ser considerado nessa análise.

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de pensador

Escrito por: viniciuscoelho@vf2.com.br