Me permitirei até o salvo-conduto de vestir a camisa canarinho após longos anos de aversão por motivos óbvios.
Retrô, obviamente.
Vintage, diriam os cults da moda.
Setentista, de Pelé, o maior neste, ou em qualquer tempo.
Se não temos mais o REI, Romário, Ronaldo etc e coisa e tal, tem camisa, que pesa tanto, que enverga varal.
“Futebol é uma caixinha de surpresas”.
Ok, esta seleção, de fato, não empolga ninguém.
Temos nenhum, ou quase nenhum motivo para nutrir esperança do hexa…
Mas, quem liga para a razão, em tempo de COPA DO MUNDO?
Vale a festa, reunião de familiares, amigos, colegas de trabalho.
Até aqueles que perguntam o nome daquele jogador que usa as mãos!
Todo mundo se contagia, de uma forma, ou de outra.
Se a mobilização já não é a mesma de outrora, ainda catalisa atenções.
Esperemos o primeiro jogo do Brasil!
Me deixem alienar-me.
Doses cavalares de futebol na veia.
Já me preparando para assistir, sem piscar os olhos, até ao grande espetáculo ÁustriaxJordânia no sugestivo horário de uma da manhã, de uma madrugada qualquer.
Whatever…