Bem amigos da Rede Glô…
Ops, do Essi-Bê-Tê agora, né?
Em tom galvanístico informo que a Copa do Mundo começou.
Sim, Copa só existe quando o Brasil joga.
Me perdoem a emoção, eco de ufanismo (deuzulivre)…
Mas, ontem o Brasil, finalmente, estreou no mundial 2026.
-O importante não é como começa, mas como termina.
Lá vem o empolgado com estes jargões da bola.
Eu nem gosto de axiomas (recebam um axioma boleiro nas ventas).
Mas, no caso, procede o aviso.
Ontem fizemos um jogo decente, competitivo, que acalmou corações inquietos.
Suficiente para nos alçar a favoritos?
Calma, muita calma.
Ainda não. Mas, nos coloca no páreo da briga, sugere disputa.
Time organizado, bem postado e distribuído, mais velocidade e repertório no ataque.
O DONO DO JOGO
Um protagonista para chamarmos de nosso (todo time bom precisa do ‘cara’ para assumir a responsabilidade e resolver).
Vini Jr. pegou gosto por fazer gol e está realmente a bailar.
Em uma Copa de protagonistas precisamos ter representação à altura.
MADE IN PB
Mateus Cunha assumiu de vez a nove, não apenas por fazer os gols, dar combate, ser o homem-referência e ser melhor até nisso que o Igor Thiago, mas pela versatilidade, capacidade de cumprir várias funções, abrir espaços etc.
Longe de ser qualquer primor técnico, emular os centroavantes extra-série como Romário e Ronaldo (esqueçam as comparações), Cunha compensa sendo o mais dinâmico e tático jogador do plantel.
Além de uma gana sobreumana (o carrinho para desviar a bola e quase passá-la a Bruno Guimarães no lance do segundo gol é coisa de pura entrega e sagacidade).
A linha de frente ainda contou com uma providência por vias tortas.