NA COPA “os nossos brasileiros são mais criativos que os outros”

Publicado em: 02/07/2026

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“Nem todo brasileiro, mas sempre um brasileiro para avacalhar o sistema…”

A nossa criatividade é imbatível!

Para o bem e para o mal.

Se existe sushi, a gente inventa uns roll-ons fritos.

Se é pizza a gente taca sorvete em cima.

Cachorro quente? Tem com purê, até carne moída, como aqui na minha boa PAraíba.

Em Pernambuco, a intriga deles com a Bahia atinge o ápice metendo maionese no acarajé.

Blasfêmia pura.

Nesta pegada, adivinha de onde veio a maior polêmica do VAR nesta Copa?

De um quarto árbitro brasileiro, claro.

Veja bem, nem vou entrar no mérito técnico da questão. Foi penalti? Não foi?

Refiro-me ao lance decisivo no estertor do segundo tempo da prorrogação, quando foi assinalada uma penalidade máxima contra a seleção africana.

Acho um lance muito minimalista e passível de entendimentos “claros”, “claríssimos” para lá, ou para cá.

A questão é que, a conduta do profissional brasileiro vai de encontro a práxis que vem sendo adotada no mundial.

A “autonomia” do entendimento do árbitro em campo, principalmente se ele estiver pleno, em cima do lance como era o caso no jogo de ontem.

Ademais, tratava-se de uma inédita fase 16 avos de final, ou seja vaga na cobiçada oitavas.

Quase derradeiro lance da partida.

E o que fez o brasileiríssimo direto da cabine?

Incontido no afã de participar, ativamente, da festa, usou da sua prerrogativa e acionou o apitador para colocar pulga atrás da orelha dele.

Vai, não vai, estica e puxa, frame, miniframe, slow motion, pausa e vai, segue e trava.

Marca da cal (ainda é cal que usam) assinalada e Senegal eliminada!

Simples assim.

Repito: foi, não foi? Não sei. Mas, lances similares tem sido anotados? Mais, contam com interferência da arbitragem de vídeo?

-E o gol do Vini Jr? O VAR quem colocou caraminhola na cabeça do homem de preto!?!?!

Questiona o ufanista contra o meu denuncismo quase persecutório de nossos costumes nacionais.

Eu juro que tento ponderar, mas…

Procede. Foi, talvez outro único caso de intervenção direta em resultado.

Mas, no caso já vencíamos por 1×0 e estávamos virtualmente classificados etc e coisa e tal.

Ontem era vaga direta em jogo, no último lance da partida.

“Não sei, só sei que foi assim”

 

pra tu uma

de pensador