“BOLSONARISMO PARA BAIXINHOS” – A nova versão da praga que assola o Brasil

Publicado em: 03/08/2026

Compartilhar:

“Tá na hora, tá na hora…”

“Ilari, ilari, ilari ê, ôôÔ!”

“Hoje vai ter uma festaaaaaa. Bolo, guaraná, muito doce pra você ê!”

Não se espante. Isto aqui é uma pauta política!

É que a indigência intelectual da direita brasileira é tão latente, que vamos explorar esta linguagem deles para tentar entender este universo distópico.

-Alto lá, não use a Rainha dos Baixinhos para falar de hereges.  Até a Xuxa demonstrou consciência política e se situou, claramente de que lado da história está- me repreende logo o paquito desconstruído.

Perdón, bambinos, a Xuxa se redimiu dos pecados, mesmo…

-“Vou de táxiii, cê sabe”…

Insiste o fã-clube da Xuxa, querendo me induzir a explorar a Angélica, esposa do Huck, aquele casal nacional, modelo da nova high society, que finge consciência social, achando que o país é um programa Lata-Velha.

-Imagina o Luciano Huck presidente, como o próprio cogitou? Para acessar o Bolsa-Família o cidadão teria que se submeter a uma prova de plot twist carpado como a Daiane Alves

Seria até mais justo associar a Angélica, Mara Maravilha, Eliana a esta turma estranha/gente esquisita, que emerge dos bueiros da política nacional…

Mas, noves fora a persona, abaixo literalizações, não quero perder a deixa.

“X o que é que é? é XUXAAAA!”

pra tu uma

de pensador

Li em algum lugar da selva internética a melhor definição sobre o MISSÃO, nova faceta, agora travestida de partido do famigerado MÊ-BÊ-LÊ (MBL- Movimento Brasil Livre);

             Bolsonarismo para baixinhos

Isto é tão genial quanto simplório.

O MBL que, deu a senha das redes sociais, abriu o subterrâneo da narrativa digital ao bolsonarismo, nada mais é do que uma versão diferente, nova roupagem para o mesmo objetivo e fim do original.

Foi este mesmo movimento, quando já integrava o mesmo Renan Santos, candidato a presidência pelo grupinho de BAIXINHOS, quem alavancou, amplificou os canais e vozes que desembocou na asscenção da extrema-direita brasileirta atual.

Extrema-direita da qual eles fazem parte, tal qual o bolsonarismo.

Não se enganem.

O mesmo Kim Katagury, que até parece sereno, moderado, com ar quase de um homem maduro/intelectual, não soubéssemos o que ele fez nos verões passados e ainda faz, mais sorrateiro?!?!

O tal Kim, que na companhia prestigiosa do aloprado Monark largou a clássica frase de considerar um erro criminalizar o nazismo, ou mesmo proibir grupos e pensamentos neonazistas: “É censura”– disse o infame com ar de libertário.

Renan é aquele paulistano médio que acha que o mundo inteiro cabe entre a oferta, anúncios e balbúrdia da Avenida Paulista com as tramoias, negociações escusas, lobby e especulação da Faria Lima.

E eu nem quero entrar em mérito de absurdos que a bandeira do tal liberalismo econômico deles traz ao ignorar a realidade nacional.

Tudo na base do:

-O mercado se autoajusta, resolve suas próprias demandas. Deixa o patrão negociar com o trabalhador e piriri pororó.

Basta nos atermos aos símbolos máximos.

Neste final de semana, durante a convenção que formalizou Renan Santos, ele cravou:

-Vamos matar, quem roubar!”

Tinha até Funko, bonequinhos temáticos insinuando a inconstitucional pena de morte com o medíocre slogan: “Prendeu, Matou”.

Apenas uma variação do “mesmo tema sem sair do tom” de “Bandido bom é bandido morto”.

Este filme a gente já viu.

Foi esta narrativa que conduziu uma familícia ao poder nacional.

Agora o BOLSONARISMO PARA BAIXINHOS chega para dar sequência a este capítulo miserável da história!

Brasileiro não tem um dia de paz.