Agora com selo oficial do governo Trump, que em mais uma medida de ataque ao sistema de vacinação reduziu o número de imunizantes a disposição da população infantil.
Sem qualquer critério, sem consulta a órgãos, ou especialistas, o presidente Trump decidiu que o número de vacinas necessários a uma criança norte-americana é X.
Típico deste pensamento que cria teorias, forja teses, desmonta estruturas, propaga desinformação como quem “troca de roupa”!
Fonte: vozes da minha cabeça!
E você aí, defensor desta e outras anomalias que inundam esta “quadra miserável da história” ainda quer saber a relação entre o retorno do sarampo nos Estados Unidos e no Brasil?
Tal qual nos EUA, quem encampou a bandeira anti-vacinação em solo brasileiro?
O então presidente Jair Bolsonaro e sua cruzada ANTIVAX na pandemia.
O mesmo clã teve agora no filho 02, o fugitivo Eduardo Bolsonaro, um porta voz da não imunização.
No mesmo solo norte americano, para onde fugiu em missão anunciada, declarada e em execução de lesa pátria, em pleno mandato parlamentar, Eduardo defendeu a proibição de campanha de vacinação infantil.
E o que leva um cidadão comum, que teve a sua vida e de familiares, entes queridos estendida por conta de vacinas, a apoiar um claro projeto antivida destes?
Já foi ignorância, informação contaminada, desinformação de fato, mas agora o que sobressai é a sensação de tratar-se de um sentimento perverso social mesmo.
Uma crueldade intrínseca em enxergar o caos geral. O inacesso a bens e serviços básicos.
Sabemos em linhas gerais, processo natural quem estaria à margem com redução, ou restrição do catálogo vacinal.
Filhos e filhas de pobres.
Os herdeiros de abastados sempre terão a rede privada e o poder financeiro para fazer o serviço completo e escolher como em um menu a sua dose de preferência e necessidade ao momento.