A “Santa Trindade” dos hereges – a vertigem política nacional sobre a narrativa de um falso Cristianismo

Publicado em: 16/08/2026

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“No princípio era o verbo…” e ele foi corrompido!

Em tudo eles tentam dar uma aura sacra.

Revestem heresias próprias, individuais, ou coletivas, de uma esfera divinal.

Fariseus modernos.

Lobos em pele de cordeiro, ainda em referência bíblica cristã, mas aproveitando o tom popular da “boca do povo”.

              Mas, no princípio o verbo foi CORRUPÇÃO!

Por este valor tão caro orquestrou-se um golpe em um grande acordo nacional, quase “com o Supremo, com tudo”, como disse um “falso profeta” à época (se não conhece, procure saber, está nas “escrituras”, digo nos autos).

Apeou-se do poder a única mulher a presidir o país.

Ela era mulher e petista, então…

Caiu Dilma Roussef e cristalizou-se no imaginário popular o PT como símbolo da corrupção nacional.

Como uma chaga dos seiscentos demônios, que nenhum exorcismo é capaz de retirar dos espíritos possuídos.

Era 2016, se desfechava o idealizado, um roteiro cumprido à risca deste grande projeto engrenado por um sistema articulado: elite econômica, sistema político e grande mídia brasileira.

 

 

pra tu uma

de pensador

O Petê demonizado, “condenado ao inferno” por seus pecados, mas muito além.

Os juízes deste “juízo final”?

Eduardo Cunha e outros anjos caídos.

Os verdadeiros maiores símbolos da corrupção nacional (parlamentares de partidos que se lambuzaram, aparecem em listas de escândalos permanentemente) conduzindo a faxina ética brasileira.

Apenas para registrar no livro da vida o PL, partido de Jair Bolsonaro, capitaneia lista de maiores políticos envolvidos em corrupção desde escândalos do “Velho Testamento”, incluindo o famigerado mensalão do governo petista.

Fato é que após a expurgação dos pecados petistas, a purificação das almas nacionais precisava-se preencher a lacuna com um Redentor!

Só não sabia-se que o tal Messias daqui vinha “escrito em linhas tortas” como um Jair, mas era o quê os falsos profetas tinham a apresentar.

“Aquele que não tiver pecado, atire a primeira pedra…”

“Descia à Terra” o anunciado em palanques e púlpitos Brasil afora, por discípulos, sacerdotes e todas as honras, como “O Escolhido”.

O Salvador…

  Eleito sob mais um elemento da TRÍADE profana: a MORAL!

O VERBO, que não é verbo na gramática, obviamente, agora era a MORALIDADE.

Nada melhor que reestabelecer-se conjuntos de valores criando pânico MORAL.

Quem esquece da “mamadeira de piroca, kit gay” e outros devaneios puritanos, ou desejos reprimidos que se difundiu na “Nova Era” como um mandamento.

Leviandades pautadas na mais absoluta escandalização de mentira recorrentes para alarmar tementes, crentes, devotos, fanáticos, meros alienados de toda estirpe.

De um lado os defensores do Mito, do outro (o PT).

A tal Moral do Messias?

Vamos a algumas passagens apócrifas…

-Usar apartamento funcional e auxílio moradia para “comer gente”

-Não estuprar colega parlamentar apenas porque ela é feia.

-Ter um “clima” com garotas adolescentes.

Todas mensagens, palavras de sabedoria proferidas pelo próprio:

“mas, o que sai da boca é o que contamina o homem…”

Por último, já ouvimos o “toque das trombetas” anunciando o apocalipse.

     A mais nova profecia do falso evangelho dos blasfemos é sobre IMPOSTOS.

Mais um alvo fácil dos mercadores da fé alheia!

Cooptando com discurso e soluções fáceis aqueles que buscam qualquer coisa que dê conforto a alma, as agruras da vida cotidiana!?!?

Quem não se sente lesado em ver o suado dinheirinho ser descontado mensalmente, em qualquer compra no mercadinho etc e coisa e tal?

Mas, os falsos profetas não querem explicar compra de jatinho com dinheiro de dízimo dos irmãozinhos, né?

Mais, que isso, na vida além dos bancos de igreja, aqui, ou em qualquer recanto desta Terra Sagrada se tributa.

Menos ainda explicam os perversos, semeadores de discórdia,  soluções para isso.

Claro, como explicariam  os que se alimentam da propagação do caos?

Ou, que os próprios que, amaldiçoam impostos, não querem que ricos paguem mais proporcionalmente, como qualquer país desenvolvido faz?

“É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus”

Para ilustrar tanta metáfora um exemplo real, mundano.

O DPVAT foi, primeiramente, extinto no governo do Messias na Gênesis desta temática, quando começou-se a trabalhar o último elemento (IMPOSTOS) da narrativa desta Trinca das Trevas,

Um seguro-obrigatório que indenizava vítimas de acidente de trânsito no país que ocupa o terceiro lugar no ranking mundial de mortes em rodovias.

E os humilhados não foram exaltados, mas permanecem prostrados!

CORRUPÇÃO, MORAL, IMPOSTO, a profana trindade, o 666, a indução dos pecados capitais sem remissão.

A besta-fera atraiu as ovelhas.

Em tentação para provar a própria divindade se jogaram de cabeça do precipício, mas não ressuscitaram ao final de nenhum dia…