Até em relação ao “menino” Ney, uma coisa é uma coisa, outra coisa, é outra coisa…

Publicado em: 18/09/2026

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No alto-baixo dos meus 45 anos nem tenho muita paciência, menos ainda tempo, quiçá temperança (“ui como ele é equilibrado e maduro”) para perder tempo analisando cada movimento do menino Ney.

Mesmo que seja para as óbvias e justas críticas ao “eterno bebê do futebol brasileiro“.

Mas, como “tudo que é demais é veneno”, isto também serve para a artilharia geral!

Tem um zé povinho que tem como esporte predileto amar odiar.

E aí pode ser alguém legal, quase inquestionável, ou o complicado Neymar!

Tanto faz, vamos difamar…

O problema desta turma não está no Neymar e sua vida oca.

E também nem vou falar deste fandom teen dele.

Mais que a molecada, dá asco um bando de marmanjo barbado, que sonha em segurar bolas, ou melhor se pendurar nas bolas de Neymar.

                        SOBRE OS DETRATORES

As “palmatórias do mundo” não perdoam ninguém.

Mas, destes vermes que só fazem peso na terra percamos tempo depois, ou nem passemos por isso, para o bem da saúde geral…

Fato é que, do sonegador, alienado, dentre outros ADO, Neymar as críticas óbvias para o ex-jogador em atividade também se estenderam a conduta do “menino” como torcedor, no lado de fora de campo.

Quiseram transformar em “cavalo de batalha” a troca de provocações entre ele e torcedores do Atlétivo-MG no primeiro jogo das quartas de final…

Aí o caldo entorna…

Estão transformando elementos básicos do futebol em algo ofensivo, quase proibitivo.

Que chatice generalizada!

Achei até bem divertido e confesso sentir falta deste espírito…

Um ídolo (gostemos, ou não, Neymar é o mais popular jogador brasileiro aqui e ainda no mundo) trocando provocações sadias, do jogo com grupo de torcedores.

Tudo no máximo do respeitinho…

pra tu dá uma

de pensador

Cresci, fui forjado entendendo a resenha, zoeira, tiração, como algo inerente a disputa.

Acordar e saber que iria para a escola ser “cozinhado” era uma tormenta.

Quase não dormia quando meu time perdia, nem quando ganhava, pensando no “aluguel” na mente dos rivais…

Pura satisfação, ou aperreio…

E “segue o baba”, digo o jogo.

           O JOGO SÓ TERMINA QUANDO ACABA

Das cadeiras, Neymar “apertou a mente” dos atleticanos na Vila Belmiro, mas a bola pune, severamente!

Uma semana depois “o Galo cozinhou o peixe” em lenha mineira, devolveu o placar e eliminou os santistas da Sulamericana.

De quebra, provocações no placar eletrônico e brincadeira entre mascotes com o Galo jogando a baleia aos torcedores.

Tudo saudável e sem dramas, nem traumas, como tem que ser o espírito desportivo.

O resto é chorumelas e chatice de militância 24 horas.

-Descansa, militante, tem coisa que é só futebol mesmo, como torcer, por exemplo…

Já dizia o mestre China: “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”.