“Tá na hora, tá na hora…”
“Ilari, ilari, ilari ê, ôôÔ!”
“Hoje vai ter uma festaaaaaa. Bolo, guaraná, muito doce pra você ê!”
Não se espante. Isto aqui é uma pauta política!
É que a indigência intelectual da direita brasileira é tão latente, que vamos explorar esta linguagem deles para tentar entender este universo distópico.
-Alto lá, não use a Rainha dos Baixinhos para falar de hereges. Até a Xuxa demonstrou consciência política e se situou, claramente de que lado da história está- me repreende logo o paquito desconstruído.
Perdón, bambinos, a Xuxa se redimiu dos pecados, mesmo…
-“Vou de táxiii, cê sabe”…
Insiste o fã-clube da Xuxa, querendo me induzir a explorar a Angélica, esposa do Huck, aquele casal nacional, modelo da nova high society, que finge consciência social, achando que o país é um programa Lata-Velha.
-Imagina o Luciano Huck presidente, como o próprio cogitou? Para acessar o Bolsa-Família o cidadão teria que se submeter a uma prova de plot twist carpado como a Daiane Alves…
Seria até mais justo associar a Angélica, Mara Maravilha, Eliana a esta turma estranha/gente esquisita, que emerge dos bueiros da política nacional…
Mas, noves fora a persona, abaixo literalizações, não quero perder a deixa.
“X o que é que é? é XUXAAAA!”