O JOGO SÓ TERMINA QUANDO ACABA
-Galvão??
-Oi, Tino!
-Sentiu…
O meme das redes, com conotação esportiva, é uma ilustração perfeita para o momento atual da acirrada disputa eleitoral!
Como se fossem “juvenis da bola”, o 01 Bolsonaro e sua claque, trataram a eleição como resolvida após o primeiro turno.
Tudo isso baseado em menos de 2 pontos percentuais de frente sobre o atual presidente, a menor diferença histórica…
Quase formaram time de ministros e assessores gerais.
“Sentaram em cima do resultado”, “começaram a administrar o jogo, jogar com o regulamento embaixo do braço”…
Não estavam preparados para a avalanche popular, enorme mobilização, arrasto nas ruas e redes que varreu o Brasil, surpreendentemente, e recolocou a disputa em equilíbrio!
Pode não ser suficiente, Flávio Bolsonaro ainda estar a frente nas treckings diversas, mas é inegável, que o “furor das arquibancadas” balançou as estruturas de sua campanha, que estava quase a desmontar acampamento.
“Do nada, do nadão”, renasceu aquele Bolsonarismo do Velho Testamento, em que se diz uma coisa pela manhã e outra a tarde.
Digo cedo e desminto logo mais.
Bolsa Família virou apenas uma parte do amplo programa de assistência básica do seu programa social.
Programa social? Pois é. De repentemente, passou a existir a eles os “invisiveis” brasileiros.
Farmácia Popular, aquela que seu pai desmontou quando pôde? Vai entregar remédio em casa, dos melhores laboratórios…
Nem mesmo a escala 6×1 ele sustentou! Apelou e disse ser favorável.
Logo depois em conversa reservada com setor produtivo, empresário e conglomerados teria dito, informalmente que reverterá quando eleito…
Quem quiser que compre este desespero de última hora do Flávio…
Em tempo, a vantagem ainda pode estar com a oposição, mas que o sinal de alerta acendeu, é inegável.
No outro front, o governo Lula não perde tempo de se valer da máquina pública.
Além do já decantado aumento do valor do Bolsa Família, o governo zerou impostos e ampliou subsídios de combustíveis.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, foi aos microfones dizer que não há caráter eleitoral na medida.
Poderia apenas anunciar o ato, mas negar o óbvio uLULAnte (trocadilho infame 1) é demais.
