Nem o Zé Gotinha escapa aos canalhas

Publicado em: 11/08/2026

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Zero vírgula um por cento.

Em decimal parece um número baixo, mas não quando olhamos a referência: 0,1% de 3 bilhões de habitantes no Planeta Terra.

Portanto estamos falando do universo de quase 3 milhões de humanos.

TRÊS MILHÕES

Esta era a quantidade anual de mortos no mundo pelo Sarampo antes da década de 70.

A doença tão atrelada como algo do passado, distante, exatamente por conta de sistema de imunização, CIÊNCIA, mas que volta a assombrar.

Aqui estava praticamente eliminada desde a década de 90.

Voltou a aparecer casos episódicos a partir de 2019 e agora ressurge com um surto em São Paulo e dezenas de infectados.

Nos EUA são milhares de novos casos apenas neste ano.

Coincidência?

Nenhuma.

pra tu uma

de pensador

Os norte americanos praticam com afinco há algum tempo a política de desacreditação na vacinação.

Não à toa os Estados Unidos da América são o epicentro mundial do ANTIVAX.

Apenas mais um braço do negacionismo científico que assola aquela região do Globo.

Agora com selo oficial do governo Trump, que em mais uma medida de ataque ao sistema de vacinação reduziu o número de imunizantes a disposição da população infantil.

Sem qualquer critério, sem consulta a órgãos, ou especialistas, o presidente Trump decidiu que o número de vacinas necessários a uma criança norte-americana é X.

Típico deste pensamento que cria teorias, forja teses, desmonta estruturas, propaga desinformação como quem “troca de roupa”!

Fonte: vozes da minha cabeça!

E você aí, defensor desta e outras anomalias que inundam esta “quadra miserável da história” ainda quer saber a relação entre o retorno do sarampo nos Estados Unidos e no Brasil?

Tal qual nos EUA, quem encampou a bandeira anti-vacinação em solo brasileiro?

O então presidente Jair Bolsonaro e sua cruzada ANTIVAX na pandemia.

O mesmo clã teve agora no filho 02, o fugitivo Eduardo Bolsonaro, um porta voz da não imunização.

No mesmo solo norte americano, para onde fugiu em missão anunciada, declarada e em execução de lesa pátria, em pleno mandato parlamentar, Eduardo defendeu a proibição de campanha de vacinação infantil.

E o que leva um cidadão comum, que teve a sua vida e de familiares, entes queridos estendida por conta de vacinas, a apoiar um claro projeto antivida destes?

Já foi ignorância, informação contaminada, desinformação de fato, mas agora o que sobressai é a sensação de tratar-se de um sentimento perverso social mesmo.

Uma crueldade intrínseca em enxergar o caos geral. O inacesso a bens e serviços básicos.

Sabemos em linhas gerais, processo natural quem estaria à margem com redução, ou restrição do catálogo vacinal.

Filhos e filhas de pobres.

Os herdeiros de abastados sempre terão a rede privada e o poder financeiro para fazer o serviço completo e escolher como em um menu a sua dose de preferência e necessidade ao momento.