A FIFA tenta estragar sempre, mas o futebol resiste altivo.
Uma Copa quase inteira a serviço de um presidente megalomaníaco, bélico, com um país sede estando em guerra e ferindo todos os princípios desportivos!?!?!
Para blindar a política Trumpista teve até seleção proibida de permanecer nos EUA.
Sem contar a malfadada tentativa de burlar as regras ao atender pedido direto do presidente “laranjão”, digo ianque, de retirada de cartão vermelho de atleta estadunidense…
Nada impediu as vaias (só o narrador da Globo não ouviu) na entrada do Mc Donald (SIC) ladeado por Infantino, ontem, na finalíssima…
Nenhuma das emissoras oficiais destacou com destaque (receba a redundância necessária aí) a defesa do movimento Free Palestine pelo ídolo juvenil espanhol, Lamine Yamal.
Descendente de pai marroquino e mãe guineense, egresso da periferia catalã e engajado em causas progressistas e antifascistas.
Tampouco enfatizou a ignorada do Borja Iglesias ao “Todo Poderoso”. Como cantou o Iglesias mais famoso e menos politizado. Um tal Julio:
“Te diré con el alma en la manoQue puedes quedarte porque yo me voy”
Tampouco se evidenciou a reação de indiferença, indisfarçável desconforto, incômodo mesmo da delegação espanhola com a insistente tentativa do “papagaio de pirata” norte americano de participar da premiação.
O próprio capitão, Rodri, quase expulsando o presidente do tablado para, enfim, o ápice de erguer a taça.