O senhor da guerra não gosta de ninguém, mas tem um exército fiel…

Publicado em: 06/10/2026

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Exercício básico para entender a dinâmica do que está em jogo na escolha eleitoral brasileira.

Ainda rendem, um dia após a eleição do primeiro turno, “manchetes de última hora” dos jornais, telejornais, portais, blogs e afins Brasil afora e adentro:

-Bovespa dispara e Dólar cai a menor índice desde…

-Fim da escala 6×1 tem aprovação ameaçada no Senado!

pra tu dá uma

de pensador

Consegue entender, brasileiro médio, a quê/quem servem os seus senhores da guerra??

Guerra, que só interessa a eles, mas você trava “a ferro e fogo”, é o soldado destacado na linha de frente!!

Uma nova versão dos escalados, covardemente, para a morte na Guerra do Paraguai!

A diferença é que, agora você é voluntário no próprio “alistamento à morte”!

A sua operação suicida, missão kamikaze por uma causa que nunca foi/será sua.

AO LADO DO INIMIGO

A macroeconomia, o mercadão, a Faria Lima vibra, entusiasticamente, sinaliza e mexe nas esferas voláteis financeiras mundiais.

Não são apenas as terras raras e minerais cobiçados que os Bolsonaro prometeram aos EUA!

“A solução para os EUA quebrarem a dependência da China está  nas terrass raras brasileiras”, prometeu, firmou compromisso, assinou repasse Flávio Bolsonaro.

Os vendilhões da Pátria venderão também sua alma ao diabo, digo a Trump!

–MAGNITISKY, MAGNITISKY grita Eduardo Bolsonaro apontando para o Brasil no mapa.

“Se terá que queimar uma floresta inteira, se o Brasil pegar fogo, ao menos eu terei me vingado”.

Jair, Bolsonaro pai, sairá da prisão enrolado na bandeira norte-americana a qual jura lealdade.

“Minha continência a bandeira norte-americana“.

Já diria Raul: “Tá tudo pronto aqui é só vir pegar…”

          O OUTRO LADO DA MOEDA

E na perspectiva de quem produz, trabalha e gera a riqueza?

Tem o que reservado ao trabalhador comum?

Nenhuma vantagem.

Pelo contrário, com o favoritismo de Flávio Bolsonaro o sistema já sinaliza recuar em avanços mínimos…

E assim seguirá em pautas básicas como recomposição do salário mínimo, flexibilização da CLT, liberdade para negociação entre patrão e trabalhador em “iguais condições”.

A escolha é sua e livre, democrática, ainda!