“Caiado, quando você chegar a 1,5% nas pesquisas eu me dirijo a você!”
Passadas quase dez eleições, Ronaldo Caiado atingiu e passou (atuais 5% de intenções de voto-UAU) o percentual desafiado por Lula em tom de deboche durante debate nas eleições presidenciais de 1989, a primeira de ambos.
Quase quatro décadas depois o ex-governador goiano, alcançou o desafio traçado e, mais que isso, como candidato a presidente de novo, ocupou lugar de destaque em horário nobre global.
Caiado foi o segundo sabatinado pelo Jornal Nacional.
O primeiro foi o ex-governador mineiro Romeu Zema, um dia antes.
Além das semelhanças de total desconhecimento do Brasil, da complexidade e dados do país que almejam comandar, os bem avaliados ex-gestores nos respectivos estados, nada, ou quase nada de projeto concreto conseguiram apresentar.
Extrema dificuldade em discorrer sobre programa claro, como farão a revolução anunciada em todos os setores.
Investem pesado em frases de efeito e soluções mágicas para tudo atacando os óbvios e históricos seculares problemas brasileiros, mas não conseguem apontar uma única proposta concreta.
“Gastam” a pauta investindo no imaginário comum de combate a corrupção e afins, além de ter como ponto de convergência principal a ANISTIA dos golpistas.
Dá para conceber, dois presidenciáveis tratarem isso como pauta programática principal?
Pior, considerar perdoar quem articulou contra o estado democrático de direito uma ação razoável?!?!